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Apr 6, 2014
Apr 6, 2014
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Apr 3, 2014 / 30,492 notes
 
Apr 3, 2014 / 4,801 notes
Talvez eu queira demais. Não só de mim, entende? Dos outros também. Espero que descubram, por trás dos meus disfarces, toda a coisa. Porque as nossas angústias usam máscaras. E eu tenho uma mania de ser valente, dá até medo. O mundo entra na mochila e ela fica mais pesada que rocha. Aí brinco de tartaruga e quero levar tudo dentro. Nem eu me seguro, ora. Não sei porque insisto. Às vezes não dá, tenho que aceitar isso. Não é vergonhoso, nem fraco, é que não dá. Porque não. Mas, você sabe, não aceito essas respostas.
Clarissa Corrêa.   (via velejo)

(via velejo)

Apr 3, 2014 / 18,158 notes
Apr 3, 2014 / 241 notes

realismos:

Qual seria a intenção da chuva? Lavar a rua, matar a sede das plantas, ou mostrar a sua tristeza para o mundo assim como nós, chorando, com a intenção de tirar o peso por sobre os ombros. Quem dera que quando a chuva caísse lavasse a alma de todo o mundo.

Apr 3, 2014 / 10,222 notes

(via fottografei)

Apr 3, 2014 / 48 notes
Por que há tão poucas pessoas interessantes? Em milhões, por que não há algumas? Devemos continuar a viver com esta espécie insípida e tediosa? O problema é que tenho de continuar a me relacionar com eles. Isto é, se eu quiser que as luzes continuem acesas, se eu quiser consertar este computador, se eu quiser dar descarga na privada, comprar um pneu novo, arrancar um dente ou abrir a minha barriga, tenho que continuar a me relacionar. Preciso dos desgraçados para as menores necessidades, mesmo que eles me causem horror. E horror é uma gentileza.
Charles Bukowski    (via florejaste)

(via florejaste)

Apr 3, 2014 / 3,667 notes
Apr 3, 2014 / 4,856 notes
Apr 3, 2014 / 28,112 notes
Apr 3, 2014 / 2,489 notes